5 de abr de 2011

Dicas para não ser enganado por taxistas em Buenos Aires

foto-taxi

Nada melhor que uma boas férias não?

Sair conhecendo os lugares, e pagar barato por isso, afinal, estamos em Buenos Aires, terra dos taxis baratos.

Mas o que parece ser uma salvação pode acabar tornando-se um grande encômodo. Afinal, ninguém gostaria de terminar o dia dentro de uma delegacia, ainda mais, em outro país.

E para isso, aqui vão alguns conselhos amigos para evitar esse tipo de contra-tempo.

 

- Tenha sempre dinheiro trocado

- Evite mostrar dinheiro e objetos de valor

- Preste atenção na habilitação do taxista, que por lei, deve estar exposta na parte traseira do banco dianteiro. Assim, quem senta no banco detrás, consegue ver essas informações.

- Depois das 22:00 o melhor é pedir pelo rádio taxi.

- Se possível, peça o taxi em alguma empresa dentro do aeroporto.

- Não continue a viagem se o taxímetro estiver apagado.

- Não aceite viagens com preços pré-tabelados. O preço a se pagar é o do taxímetro.

 

Tem até a história de um taxista que sempre esta perto do Jardim Japonês, que alguns momentos depois que o cliente sobe no taxi, toca o celular dele e começa a aula de teatro: O homem começa a chorar, falando com a suposta filha do outro lado, que tudo estará bem e que ele conseguira o dinheiro. A idéia é fazer o cliente sentir-se mal, e dar algum dinheiro a mais...

 

Clássico não? Nem tanto!

Muita gente já caiu nessa conversa fiada.

E fique tranquilo, os casos onde esse tipo de coisa acontece são raríssimos. No final, isso acaba acontecendo em qualquer lugar do mundo, já que sempre têm alguém ser mais experto que o outro…

 

Enjoy!

Um comentário:

  1. Adorei estar em Baires e o povo argentino, dos muitos que conheci sendo no Brasil ou na minha passagem de férias pela capital, antes de ir li bastante sobre as dicas, inclusive sobre estar com dinheiro trocado para os taxistas, afinal, assim como no Brasil, cidade turtística, em qualquer meio haverá os "espertões" querendo se beneficiar. Tentei conhecer a cidade fora apenas do contexto turístico, andei de colectivo, metro e taxis, nesses na maioria foram homens distintos e assim como os brasileiros, brincalhões, contadores de história, umas figuras, mas tive também uma péssima experiência, que acho bom compartilhar aqui nesse post.
    Sempre peguem taxis de empresas de radio taxi, ainda que na rua, tentar dar a mão apenas aqueles que dá pra identificar pelo número do telefone da empresa no luminoso, etc. Peguei um taxi na porta do museu Malba, eu estava com dinheiro trocado, dei 30 pesos para a viagem de volta que deu um total de 26. $4 apenas de troco ou uma possível "propina" certo? Não, o taxista era golpista, de alguma forma me dizia que aquelas notas não serviam para taxis que não eram de empresas de rádio, começou a me confundir perguntando se eu não teria outras notas para poder me mostrar a diferença, quais as que serviam... O resultado disso tdo, foi ele pegar de mim para "explicar" duas notas de 100 pesos, qdo me viu mexendo, me devolveu, mas naquela confusão, ele na verdade estava trocando por notas falsas, aceitou as que eu dei anteriormente, como se fizesse um favor e assim acabei ficando sem perceber na hora, além de todo o incômodo da situação, 200 pesos falsificados, que logo foram percebidos quando tentei comprar algo. -Em todo lugar haverá gente assim, não culpemos los hermanos.

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